No momento e local certo: como fazer aplicação em taxa variável de defensivos?

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Por Diego Ramires

A agricultura no Brasil está passando por um forte processo de amadurecimento e as lavouras já estão sendo tratadas como verdadeiras indústrias a céu aberto. Vence a corrida os produtores que já enxergaram isso e questionam os antigos métodos de operação.

Falando sobre aplicação de defensivos, esbarramos em um assunto consolidado pelo método antigo. Infelizmente, a frase “o calendário me informa a melhor hora de aplicar inseticidas” ainda é dita pelos antigos produtores. Entretanto, a “lavoura industrial” não aceita desperdícios e valoriza cada centavo investido.

E agora pergunto:

Faz sentido, em pleno ano de 2017 e com todas as dificuldades que observamos, aplicar inseticida de forma absoluta em um talhão? Faz sentido ignorar a queda dos preços e manter os custos por hectare?

O caminho para reduzir os custos e manter as margens é investir em tecnologia. O Strider PROTECTOR oferece ao cliente todas as ferramentas necessárias para decidir uma aplicação no momento e no local certos.

A imagem abaixo ilustra um mapa retirado da plataforma da Strider que apresenta a infestação de Lagarta-Falsa-Medideira num pivô de soja.

  • Região vermelha indica índice de dano para essa praga
  • Região amarela indica índice de controle
  • Região verde indica equilíbrio biológico

Índice de controle_taxa variável

Se no combate dessa infestação o produtor deixasse de aplicar na região verde, ele economizaria 57% quando comparado a uma aplicação em área total.

Diferente da taxa variável de solo, a aplicação de defensivos em taxa variável não faz um gradiente entre as dosagens, ela aplica uma dosagem fixa somente na região infestada.

A aplicação em taxa variável de defensivos só é possível por meio de um sistema de monitoramento confiável – que gere informações sobre o momento e local exato para aplicações – agregado ao uso de componentes eletrônicos nas máquinas agrícolas – como GPS e sensores de velocidades.

O primeiro, que gera o mapa da área total com os índices de infestação, auxilia na tomada de decisão para que o agrônomo possa prescrever a quantidade de defensivos e local exato da aplicação. Já o segundo, utiliza-se dos componentes eletrônicos para direcionar as máquinas durante essas aplicações. Dessa forma, pode-se calcular a taxa de aplicação por área que está sendo efetivamente praticada.

Como não existe um intervalo variável entre as dosagens, esse tipo de aplicação pode ser feito com um maquinário que não tem suporte a tecnologia autônoma, se o trator tiver um simples monitor GPS, o operador será capaz de desligar a bomba quando estiver sobre uma área verde e ligar quando estiver se aproximando de uma área amarela ou vermelha.

Assista ao vídeo e entenda mais sobre o assunto:

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