Boas Práticas Agrícolas: garantia de segurança ambiental, do agricultor e do consumidor

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Por Rafael Milleo, coordenador de Desenvolvimento de Mercado na Adama Brasil

O Brasil tem um papel importante na produção de alimentos mundial, principalmente por sua localização privilegiada nos trópicos, que proporciona três fatores primordiais para a boa agricultura: terras, água e excelente clima. Aqui, diferentemente de outros grandes países produtores, temos mais de uma safra em diversas culturas. Com uma boa gestão, uso de ciência e tecnologia, os produtores agrícolas conseguem bater recordes de produtividade ano após ano. Mais que um orgulho para o País, o agronegócio é o setor que compõe a parte positiva da balança econômica nacional.

O desafio a ser enfrentado pelo agronegócio é que, cada vez mais, além da produção em escala, o mercado consumidor vai exigir o atendimento às exigências como produção sustentável, certificações necessárias e comprometimento com o meio ambiente. É fundamental, portanto, colocar em prática uma série de procedimentos conhecidos como Boas Práticas Agrícolas (BPA), que envolvem processos que garantem a segurança ambiental e do aplicador e a qualidade do produto final.

Tecnologia: aliada do agricultor nas Boas Práticas Agrícolas

As soluções tecnológicas desenvolvidas para a agricultura também têm se mostrado grandes aliadas do produtor na execução das BPA. Segundo dados da Confederação Brasileira de Agricultura de Precisão, a tecnologia já é utilizada em 67% das propriedades rurais do Brasil, seja para auxiliar na gestão da fazenda, seja para ajudar na hora da plantação e colheita.

Por meio das informações fornecidas por estações meteorológicas, aplicativos que identificam pragas/plantas daninhas/doenças e drones que identificam matocompetição, o agricultor deixa de aplicar um produto desnecessário na lavoura. Por meio dessas ferramentas e da acuracidade das informações oferecidas por elas, o agricultor consegue optar pelo produto certo, com aplicação da dose correta e na época certa. No caso dos defensivos agrícolas, as tecnologias ajudam até mesmo a evitar a criação de resistência de pragas e doenças.

Além de contar com a tecnologia, alguns fatores também são essenciais para garantir uma execução eficiente das Boas Práticas Agrícolas, como o manejo e conservação do solo para evitar erosões, a preservação dos recursos hídricos, o uso de produtos fitossanitários registrados para a culturas, o uso das doses recomendadas no rótulo do produto e a utilização de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).

Fonte: Grupo Cultivar 

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