Como melhorar o controle da leprose

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Para os citricultores, é notável que, há alguns anos, os períodos de controle pós aplicação de defensivos contra o ácaro da leprose vêm diminuindo. De acordo com Renato Bassanezi, pesquisador da Fundecitrus, isso vem acontecendo em função de condições climáticas, bem como de monitoramento e de aplicações ineficientes.

Períodos de seca com temperaturas elevadas como os que ocorreram entre 2013 e 2015 são ideais para a proliferação do ácaro. Essas condições também prejudicam a ação de acaricidas, pois aceleram seu processo de evaporação após a pulverizações.

Além disso, a perda de qualidade e diminuição da frequência do monitoramento das lavouras dificulta o controle da leprose. Processos que vão desde a constatação da praga, até a análise de amostras são afetados.

O manejo adequado dos defensivos também são importantes. É necessário, por exemplo, alternar entre produtos de diferentes grupos químicos e se certificar que não estão sendo misturados dentro do tanque. Para Bassanezi, todos esses fatores devem ser considerados quando se trata de aperfeiçoar o combate eficaz ao ácaro da leprose.

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