Helicoverpa coloca Mato Grosso do Sul em estado de emergência

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O Mato Grosso do Sul entrou em estado de emergência fitossanitária devido ao risco de surto da praga Helicoverpa armigera. A decisão foi divulgada no Diário Oficial da União (DOU) do dia 2 de janeiro, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa e Agropecuária (Embrapa), nos últimos anos, a praga se tornou um problema para os produtores da região, causando prejuízos em lavouras de milho, soja e algodão. A portaria 266 foi instituída em 31 de janeiro e tem validade de um ano.

Em contrapartida ao problema, agricultores da região estudam uma solicitação especial ao Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) para utilização de defensivos mais eficazes. No combate à Helicoverpa, eles deverão solicitar a habilitação e autorização de uso emergencial de produtos à base de benzoato de emamectina para as regiões que estão oficialmente na área de infestação.

A Helicoverpa é uma lagarta com alto poder de destruição e tem surpreendido produtores e pesquisadores. Ela foi identificada recentemente e, só em 2015, custou 8,7 milhões de dólares aos produtores de algodão do estado, entre custos adicionais de combate e prejuízos.

Controle 
Uma das estratégias que podem ser adotadas para controlar ameaças na lavoura é o Manejo Integrado de Pragas (MIP). Ele ajuda a saber qual o momento exato de agir e entrar com o defensivo, evitando aplicações de choque e desperdício do produto.

O processo ainda auxilia o produtor a manter o equilíbrio natural de sua lavoura, atacando apenas a ameaça e preservando os inimigos naturais da praga.

A Strider, que trabalha desenvolvendo tecnologias para o monitoramento de pragas, acredita na força de um trabalho de monitoramento bem feito. Utilizando o Protector, por exemplo, – o produto mais confiável do mercado neste quesito – é possível monitorar as ameaças com muita assertividade.

Por meio de um sistema georreferenciado, ele gera mapas inteligentes de calor, facilitando detecção de forma rápida do local exato em que a infestação começou, evitando a proliferação da praga na lavoura.

Isso faz com que o processo seja mais inteligente, além de favorecer a tomada rápida de decisão. Afinal, se o produtor perceber com rapidez que alguma praga saiu do nível de controle, poderá entrar com a ação no mesmo dia.

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