Quero parar de andar a pé, mas não preciso de uma Ferrari

Por Vanessa Nogueira

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Proponho lançarmos um olhar sobre o processo de adoção de tecnologia. No agro, este fenômeno tem acontecido de forma particularmente rápida. Em um curto espaço de tempo saímos de um cenário em que a tecnologia era vista como arriscada e experimental para outro, no qual prevalece a visão de tecnologia como elemento indispensável.

Aos meus olhos, a rapidez da adoção tecnológica no agro é um reflexo de que o produtor tem pressa. Há uma urgência cada vez maior em produzir mais e melhor para manter o negócio lucrativo e a tecnologia é o jeito mais rápido de fazer isso acontecer. Não há espaço para amadores, o que faz com que todas as fazendas, independentemente do tamanho ou nível de complexidade operacional, estejam buscando modernizar os seus processos.

Do outro lado, as empresas respondem a este fenômeno oferecendo tecnologias que resolvem problemas operacionais em diferentes níveis: desde ferramentas simples de controle, que apontam, por exemplo, onde e quando foi feita qualquer coleta no campo, até ferramentas robustas de gestão, que permitem comunicação com tratoristas para interferir na operação em tempo real.

Ganha a corrida pela produtividade o produtor que escolhe o fornecedor de tecnologia que compreende as etapas de um processo de adoção e oferece soluções adequadas para o tamanho dos seus problemas.

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Vanessa Nogueira é diretora comercial da Strider.

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