Strider entrevista: Agrex do Brasil

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Há 22 anos fazendo história no agronegócio brasileiro, a Agrex do Brasil fornece produtos e serviços adequados às necessidades do produtor rural, desde o planejamento até a colheita. A empresa, que já está presente em sete estados brasileiros, nasceu da fusão entre a Ceagro Brasil e a Mitsubishi Corporation. No último ano, a Agrex inaugurou uma nova fase em busca da transformação digital. Para a Revista Strider, a IT manager da empresa, Saádilla Carvalho, contou sobre estas mudanças.

S: Qual o formato de operação adotado pela Agrex do Brasil?

Operamos em um modelo de soluções integradas para o agronegócio. Abrangemos uma cadeia de fornecimento sustentável de ponta a ponta, desde os fornecedores até nossos clientes. Nossas unidades de negócio são divididas em quatro: produção de sementes de soja certificada; insumos agrícolas – venda de fertilizantes, adubos, sementes, entre outros; produção agrícola de soja e milho – presente nos estados do MA, PI e TO; e trading – armazenagem e comercialização de grãos.

S: Nesta nova fase, quais foram as principais transformações já realizadas do ponto de vista operacional?

Começamos nosso plano de transformação digital no início de 2017, dando início à utilização de softwares e
equipamentos de monitoramento e controle nos processos de produção agrícola. Também evoluímos nossa
infraestrutura de TI, garantindo serviços cruciais, disponíveis e protegidos 24 horas por dia, sete dias por
semana. Nesse momento, estamos projetando nossos próximos passos para a mobilidade, conectividade e
mercado digital.

S: O que podemos esperar da Agrex do Brasil nos próximos anos, no que diz respeito à tecnologia?

Finalizamos recentemente a transferência de todo nosso sistema de gestão empresarial de um centro de processamento físico para o armazenamento em serviços de nuvem. Um marco na transição de arquitetura tecnológica da Agrex! Esse foi o pontapé inicial na utilização de diferentes soluções para redução de custos e aumento de eficiência. A partir desse momento, começamos a avaliar outras tecnologias que potencializem nossas operações de produção agrícola, industrial e processos comerciais, buscando gerar maior precisão e assertividade nas informações e nos resultados.

S: Para a safra 17/18 vocês planejam um grande plantio, distribuído entre as culturas de soja e milho. Quais ferramentas/técnicas vocês utilizam para aumentar eficiência e produtividade destas áreas?

Contamos com softwares robustos e estamos evoluindo em tecnologias que potencializam nossos negócios
de ponta a ponta. Estamos progredindo no caminho da Agricultura de Precisão, com ferramentas e parceiros
de negócios. Assim, garantimos a continuação e evolução dos processos que estruturam o empoderamento
de toda nossa cadeia, negócios, processos, colaboradores, clientes e fornecedores.

S: Como você enxerga o futuro do agronegócio?

A importância do agronegócio como provedor de alimentos é cada vez mais relevante frente à demanda global. Em um negócio altamente competitivo, em que grande parte da tática de resultados se concentra na administração de custos, apenas a estratégia de produzir mais não é o suficiente. Com isso, as tecnologias estarão cada vez mais presentes no campo, trazendo recursos que entreguem mais controle e aumento de rentabilidade, impulsionando a melhoria da performance e da qualidade.

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